30 maio de 2021 | 11h00
Anfiteatro da Praça João de Deus Ramos - Alcobaça

Festival Manobras | 2 maio - 12 junho 2021

 

O MEU PEQUENO GRANDE MUNDO

por: Teatro Mais Pequeno do Mundo

 

Duas sessões: 11h00 e 12h00

 

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SINOPSE
Tudo gira à volta da caravana Penélope, uma roulotte clássica, que renasceu em 2011, como o Teatro Mais Pequeno do Mundo. O Meu Pequeno Grande Mundo é a sexta temporada deste projeto, desta vez numa versão adaptada a tempos de pandemia.
O Meu Pequeno Grande Mundo conta as histórias de três personagens insólitas que, por motivos muito diferentes, escolheram mudar de vida e partir à procura de novos horizontes, de novas gentes, de uma nova forma de ser. É um espetáculo sobre o poder da reflexão e da reinvenção, uma homenagem à mulher e ao homem enquanto construtores de sonhos.
Tudo acontece no espaço à frente e à volta da caravana Penélope, simultaneamente palco e cenário, que muda, transforma-se de cena para cena - uma verdadeira caixa de Pandora.

 

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Coordenação Artística Graeme Pulleyn Autores e intérpretes Graeme Pulleyn, Romulus Neagu, Sónia Barbosa Produção Executiva Guida Rolo Produção Nicho Associação Cultural

 

 

BIOGRAFIAS

A Nicho Associação Cultural nasceu em Viseu, em 2006, com direção artística de Graeme Pulleyn e como plataforma de criação de projetos originais, partindo do teatro, para uma dimensão artística multidisciplinar. O envolvimento da comunidade e a inclusão social, são pilares essenciais da sua ação.
O objeto da Nicho AC centra-se na criação artística, no entanto, durante os seus 14 anos de atividade, tem vindo a desenvolver um modelo de criação participativa circular, que fomenta uma relação de reciprocidade, de generosidade e partilha, que se constrói sobre diálogos e parcerias entre artistas, entre artistas e públicos, entre artistas e a comunidade, entre artistas e o meio onde se encontram. Este modelo tem sido aplicado junto de comunidades envelhecidas e isoladas, nas freguesias de baixa densidade populacional de Viseu (Diálogos); com mulheres das comunidades piscatórias de Ílhavo, Murtosa e Peniche (Há Marias Assim); migrantes e refugiados em Viana do Castelo ((I)Migrantes); comunidade cigana em Nelas (Romeo e Julieta); reintegração de toxicodependentes em Viseu (Humanizarte).
Em 2021 a Nicho AC assume o seu lugar enquanto estrutura experiente no campo das artes profissionais em contexto comunitário, na cidade de Viseu e de âmbito nacional com projetos como “Diálogos” – um programa de residências artísticas nas freguesias de baixa densidade populacional de Viseu e a “Horta de Deméter” (PARTIS) uma inovadora colaboração com a Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea de Viseu que junta artistas profissionais, jovens em risco de exclusão social e horticultores locais na criação de um espaço que alia as artes performativas com as artes da terra.

Graeme Pulleyn Graeme Pulleyn nasceu em 1967 no norte da Inglaterra. Licenciado em Estudos Teatrais pela Universidade de Warwick, veio para Portugal em 1990, onde foi fundador e diretor artístico do Teatro Regional da Serra do Montemuro até 2004. Desde então trabalha a partir de Viseu como ator e encenador independente, com ênfase particular em artes e comunidades. É diretor artístico da Nicho Associação Cultural, artista associado do Teatro Viriato, artista residente da CAVA - Incubadora das Indústrias Criativas de Viseu e coordenador artístico do projeto Teatro Mais Pequeno do Mundo.
Dos projetos recentes, destacam-se produções em grande escala, como o Julgamento e Morte do Galo - 100 participantes (Guarda 2020), Anjo Branco - 70 participantes (Viana do Castelo 2017) e Romeu e Julieta - 80 participantes. (Nelas 2014).
Tendo uma particular paixão por novas dramaturgias e processos de criação participativas, Graeme trabalha frequentemente a partir de narrativas biográficas em espetáculos multi-disciplinares como é o caso de Diálogos (Viseu 2020), Há Marias Assim (Ílhavo 2019), Labirinto (Guarda 2018), (I)migrantes (Viana do Castelo) e Abílio Guardador de Abelhas (Viseu 2016).
Para além de quinze anos de investimento na formação de jovens artistas, enquanto colaborador regular do Teatro Viriato, trabalha desde 2013 com frequência em redes e projetos internacionais. Encena regularmente em Angola, Brasil, Cabo Verde e São Tomé, através do KCena - rede de teatro lusófono e em colaborações com os Leigos para o Desenvolvimento e a rede Tchiloli.
Projetos recentes incluem, para além dos enumerados: PALHAÇO VERDE (encenação para Teatro Noroeste-2021); COMO OS DEUSES CAEM (encenação da Produção 3º ano para ESMAE-2020); OS GUARDAS DO MUSEU DE BAGDAD (Nicho - 2020) – PLASTIKUS ARTISTIKUS – teatro ambiental (encenação para Krisalida ACAM, Caminha 2019) - DEBAIXO DO CAPUZ – (coordenação Teatro Mais Pequeno do Mundo 2019) – O PRESENTE DE CÉSAR – de Sandro William Junqueiro, encenação de Giacomo Scalisi (ator Teatro Viriato 2019) / O AUTÓMATO – espetáculo para a Infância ( encenação para Teatro Noroeste -2018) - A GUERRA PARA ACABAR COM TODAS AS GUERRAS (encenação da Produção 1º ano - ESMAE – 2018) - TEMPOSTADE – Kcena projeto de teatro lusófono para jovens atores (Teatro Viriato – 2018) – CAMINHO BRANCO - Residência Artística do festival SET (ESMAE . Porto 2017) – AMOR DE VERÃO micro-espetáculos inspirados em Shakespeare - (Teatro de Giz – Faial 2017) - BESTA – a partir de Artaud, Jarry, Ionesco – KCena (Teatro Vila Velha, Brasil - 2017) - NOITE – espetáculo para infância – (Comédias do Minho 2017)

 

 

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Entrada Gratuita | M/12 | Público Alvo: Público Geral

NOTA: ESPETÁCULOS SUJEITOS A CONFIRMAÇÃO MEDIANTE AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO PANDÉMICA

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